Antidiabéticos tipo 2: além do controle glicêmico
Conheça os novos antidiabéticos para diabetes tipo 2 e suas aplicações clínicas além do controle glicêmico. Guia prático para profissionais de saúde.

Estima a ingestão diária recomendada de água com base no peso corporal e nível de atividade física. Inclui orientação sobre reposição de eletrólitos para praticantes de exercício.
Aviso: Esta ferramenta é auxiliar e não substitui o julgamento clínico. A decisão clínica é responsabilidade exclusiva do profissional de saúde.
Não. O cálculo é uma estimativa base. Alimentos como frutas, verduras e sopas contribuem com 20-30% da ingestão hídrica diária. Fatores como clima, altitude, febre e diarreia aumentam a necessidade. O melhor indicador prático é a cor da urina: amarelo claro indica boa hidratação.
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A reposição de eletrólitos é recomendada quando a atividade física dura mais de 60 minutos, em ambientes quentes, ou quando há sudorese intensa. Os principais eletrólitos a repor são sódio (principal perda no suor), potássio e magnésio. Água de coco é uma opção natural rica em potássio.
Sim. A hiponatremia dilucional (sódio sérico < 135 mEq/L) ocorre quando se ingere grande volume de água pura sem reposição de sódio, especialmente durante exercícios prolongados. Sintomas incluem náusea, cefaleia, confusão e, em casos graves, edema cerebral. Por isso, atletas de endurance devem beber conforme a sede e repor eletrólitos.
Sim, parcialmente. Apesar do efeito diurético leve da cafeína, estudos mostram que o consumo habitual de café e chá contribui para o balanço hídrico. Porém, não devem ser a fonte principal de hidratação. Consumos de até 400 mg de cafeína/dia (4-5 xícaras de café) não causam desidratação significativa.
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