Antidiabéticos tipo 2: além do controle glicêmico
Conheça os novos antidiabéticos para diabetes tipo 2 e suas aplicações clínicas além do controle glicêmico. Guia prático para profissionais de saúde.

Estima a ingestão diária recomendada de proteínas com base no peso corporal, nível de atividade física e objetivo clínico ou nutricional.
Aviso: Esta ferramenta é auxiliar e não substitui o julgamento clínico. A decisão clínica é responsabilidade exclusiva do profissional de saúde.
Estudos mostram que distribuir a ingestão proteica em 3-5 refeições com 20-40 g por refeição otimiza a síntese proteica muscular. O conceito de 'protein pacing' sugere intervalos de 3-4 horas entre refeições proteicas para manter o estímulo anabólico.
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Em indivíduos com função renal normal, não há evidência consistente de que ingestões de até 2,0 g/kg/dia causem dano renal. Porém, em pacientes com doença renal crônica pré-dialítica, a restrição proteica (0,6-0,8 g/kg/dia) pode retardar a progressão da doença. Sempre avaliar TFG antes de recomendar dietas hiperproteicas.
Proteínas de alto valor biológico (AVB) contêm todos os aminoácidos essenciais em proporção adequada — exemplos: ovo, carne, peixe, leite, whey. Proteínas de baixo valor biológico são deficientes em um ou mais aminoácidos essenciais — exemplos: arroz (pobre em lisina), feijão (pobre em metionina). A combinação arroz + feijão é complementar e forma um perfil aminoacídico completo.
Sim. O envelhecimento causa 'resistência anabólica' — a resposta da síntese proteica muscular ao estímulo alimentar é atenuada. Por isso, sociedades como PROT-AGE e ESPEN recomendam 1,0-1,5 g/kg/dia para idosos, acima dos 0,8 g/kg/dia da RDA geral, para prevenir sarcopenia e fragilidade.
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