Antidiabéticos tipo 2: além do controle glicêmico
Conheça os novos antidiabéticos para diabetes tipo 2 e suas aplicações clínicas além do controle glicêmico. Guia prático para profissionais de saúde.

Estima o grau de fibrose hepática sem necessidade de biópsia. Utiliza idade, AST, ALT e plaquetas para rastrear fibrose avançada (F3-F4) em hepatopatias crônicas.
Aviso: Esta ferramenta é auxiliar e não substitui o julgamento clínico. A decisão clínica é responsabilidade exclusiva do profissional de saúde.
O FIB-4 foi validado principalmente para hepatite C e MASLD (esteatose hepática associada a disfunção metabólica). Tem boa performance também em hepatite B e doença hepática alcoólica. É menos validado em hepatite autoimune e colangite biliar primária, onde a elastografia transitória é preferível.
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Para rastreio, sim — o FIB-4 pode evitar até 60% das biópsias desnecessárias. Porém, a biópsia continua sendo padrão-ouro quando há incerteza diagnóstica, resultados discordantes entre testes não-invasivos, ou necessidade de avaliar atividade inflamatória (grading) além da fibrose (staging).
Em pacientes com MASLD e FIB-4 < 1,30: repetir a cada 2-3 anos. FIB-4 1,30-2,67: repetir anualmente e considerar elastografia. FIB-4 > 2,67: encaminhamento especializado. Monitoramento seriado é útil para detectar progressão da fibrose ao longo do tempo.
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