Antidiabéticos tipo 2: além do controle glicêmico
Conheça os novos antidiabéticos para diabetes tipo 2 e suas aplicações clínicas além do controle glicêmico. Guia prático para profissionais de saúde.

Interpreta os valores de gasometria arterial (pH, PaCO2, HCO3) e identifica o distúrbio ácido-base: acidose/alcalose, respiratória/metabólica, compensada ou não.
Aviso: Esta ferramenta é auxiliar e não substitui o julgamento clínico. A decisão clínica é responsabilidade exclusiva do profissional de saúde.
1) Avaliar o pH (acidose vs alcalose). 2) Identificar o distúrbio primário (PaCO2 para respiratório, HCO3 para metabólico). 3) Verificar compensação esperada usando fórmulas de Winter (metabólica) ou regras de compensação respiratória. 4) Se acidose metabólica, calcular ânion gap. 5) Se AG elevado, calcular delta-delta (relação delta AG/delta HCO3).
Conheça os novos antidiabéticos para diabetes tipo 2 e suas aplicações clínicas além do controle glicêmico. Guia prático para profissionais de saúde.
Insuficiência respiratória aguda ou crônica agudizada, choque, cetoacidose diabética, intoxicações, monitorização de ventilação mecânica, distúrbios ácido-base, avaliação pré-operatória de pneumopatas graves e qualquer instabilidade hemodinâmica com suspeita de hipoxemia ou distúrbio metabólico.
A gasometria arterial é padrão-ouro para avaliar oxigenação (PaO2) e ventilação (PaCO2). A gasometria venosa central pode ser usada como triagem para pH e HCO3 (correlação boa com arterial), mas não avalia oxigenação. O pH venoso é ~0,03-0,05 menor que o arterial, e a PvCO2 é ~4-6 mmHg maior.
Conheça as principais mudanças nas diretrizes de hipertensão arterial sistêmica e como elas impactam a prescrição e tratamento no dia a dia clínico.
Conheça os dados alarmantes sobre burnout médico em 2026 e as iniciativas de bem-estar que estão dando resultado nas instituições brasileiras.