Antidiabéticos tipo 2: além do controle glicêmico
Conheça os novos antidiabéticos para diabetes tipo 2 e suas aplicações clínicas além do controle glicêmico. Guia prático para profissionais de saúde.

Calcula a osmolaridade plasmática a partir de sódio, glicose e ureia. Útil para avaliar estados hiperosmolares, hiponatremia e gap osmolar.
Aviso: Esta ferramenta é auxiliar e não substitui o julgamento clínico. A decisão clínica é responsabilidade exclusiva do profissional de saúde.
Gap osmolar = Osmolaridade medida (pelo osmômetro) - Osmolaridade calculada (pela fórmula). Normal: < 10 mOsm/kg. Gap elevado indica presença de osmóis não incluídos na fórmula: álcoois tóxicos (metanol, etilenoglicol), manitol, contraste iodado. Solicitar quando suspeita de intoxicação por álcoois tóxicos.
Conheça os novos antidiabéticos para diabetes tipo 2 e suas aplicações clínicas além do controle glicêmico. Guia prático para profissionais de saúde.
No Brasil, os laboratórios reportam ureia (mg/dL), não BUN. Fórmula com ureia: 2×Na + Glicose/18 + Ureia/6. Nos EUA, usa-se BUN: 2×Na + Glicose/18 + BUN/2,8. Conversão: BUN = Ureia × 0,467. Usar a fórmula correspondente ao que o laboratório reporta.
Sim. A hiperglicemia causa hiponatremia dilucional (sódio corrigido = Na medido + 1,6 × [(Glicose - 100) / 100]). A osmolaridade calculada já incorpora a glicose, sendo mais informativa que o sódio isolado. Na cetoacidose, o sódio 'real' (corrigido) pode estar normal ou elevado apesar de Na medido baixo.
Conheça as principais mudanças nas diretrizes de hipertensão arterial sistêmica e como elas impactam a prescrição e tratamento no dia a dia clínico.
Conheça os dados alarmantes sobre burnout médico em 2026 e as iniciativas de bem-estar que estão dando resultado nas instituições brasileiras.